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edição de 1º de maio de 2017

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mErcado Executivos

mErcado Executivos discutem retomada do crescimento no Fórum Empresarial Lide reúne no Paraná empresários, entre eles Carlos Sanchez, que falam sobre importância da mobilização a favor de reformas Suzi Cavalari - de Foz do iguaçu verba de mídia da gigante A farmacêutica EMS, que gira em torno de R$ 60 milhões, deve crescer consideravelmente no próximo ano. Isso porque a companhia, segundo Carlos Sanchez, presidente do conselho de administração do Grupo NC, detentor da marca, está se preparando para entrar fortemente no mercado de OTC (sigla em inglês para produtos sem prescrição médica) em 2018. Ele esteve no 16º Fórum Empresarial, que foi organizado pelo Lide, em Foz do Iguaçu (PR), entre os últimos dias 20 e 23. O executivo afirmou ainda que a EMS possui somente 3% de medicamentos OTC em seu portfólio – com os quais pode ser feita publicidade, bem aquém do seu potencial de 15%. Um dos pilares dessa estratégia está na nova medida da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que discute, ao longo do ano, com as empresas do setor uma maior liberação de produtos OTC. “Muitos perderão as tarjas, a Anvisa pediu sugestões desses medicamentos às empresas, que já fizeram, mas ainda não sabemos quais serão liberados. Um, por exemplo, que tem grande chance de ser liberado é o Omeprazol (para alívio de úlceras ou gastrites)”, explica Sanchez. A companhia espera crescer 25% neste ano. Parte virá da recente aquisição da fábrica da Sanofi em Brasília, que custou cerca de R$ 400 milhões, aprovada pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) no último dia 20. A planta já foi da Medley, empresa concorrente da EMS no mercado de genéricos. Outra estratégia de incremento nas receitas está na inovação, sob aporte médio de R$ 400 milhões, ou 10% do faturamento de R$ 4 bilhões, Sanchez: “Até 2022, pretendemos ter o nosso primeiro produto registrado no FDA” Reprodução “a EMS tEM vErba dE MarkEting anual dE 20% do faturaMEnto, o quE rEprESEnta atualMEntE r$ 800 MilhõES” em três frentes: supergenéricos, que são aqueles de maior complexidade, com desenvolvimento para o mercado brasileiro e norte-americano. “Até 2022 pretendemos ter o nosso primeiro produto registrado no FDA (agência de vigilância sanitária dos Estados Unidos)”; inovações incrementais: apesar de ser uma empresa conhecida pelos genéricos, mais de 50% dos produtos são de marca; em novas drogas e nos Estados Unidos, com a empresa Brace Pharma (desde 2013), para financiamento de várias frentes de empresas de inovação. De acordo com Sanchez, bilionário que entrou para o mercado da comunicação com aquisição recente da RBS Santa Catarina, a EMS tem verba de marketing anual de 20% do faturamento, o que representa atualmente R$ 800 milhões. O empresário contou também que investiu R$ 600 milhões na aquisição da RBS Santa Catarina, em março do ano passado, com o objetivo de diversificar os negócios. Pretende ainda atuar no segmento de energia limpa. Ele afirmou que, por enquanto, não haverá grandes mudanças na RBS. “Ainda estamos na fase de aprender sobre o novo negócio”. A operação conta com emissoras de TV, rádio, jornais e portais de internet. À época da compra, Sanchez e Lírio Parisotto eram sócios no negócio. Mas, em meados de 2016, Parisotto deixou a empresa. Sanchez, então, passou a ser o único proprietário. rEtomada O 16º Fórum Empresarial, organizado pelo Lide, Grupo dederes Empresariais que agrega mais de 1,7 mil empresas afiliadas, representando 52% do PIB brasileiro, reuniu cerca de 400 executivos, entre os últimos dias 20 e 23, em Foz do Iguaçu (PR), sob o comando de Luiz Fernando Furlan, chairman of the board do Lide, para debate sobre as ações necessárias para a retomada do crescimento no país. As reformas previdenciária, trabalhista e tributária pautaram grande parte do evento. Os palestrantes falaram sobre a importância da mobilização dos empresários a favor das reformas, inclusive com investimentos em comunicação. João Doria Jr, fundador do Lide e prefeito de São Paulo, pediu engajamento do setor empresarial neste momento de mudanças. O fórum teve o patrocínio da One Health e apoio do Grupo Bandeirantes e da Multiplan, além da participação da Embraer e Accenture, Cine, Cyrela, KPMG, Líder Aviação, Mercedes-Benz, Rede D’Or, Souza Cruz, Ultrafarma Verzani e Sandrini. 10 de maio de 2017 - jornal propmark

When Neil partnered with Sir John Neil Waller gambled when he took his start-up Whalar to Lions Innovation 2016. But one year later, he’s back at the Festival, sharing the stage with a new investor: one of the world’s most famous creatives, Sir John Hegarty. Great stories start in Cannes. 19–20 JUNE 2017. CANNES, FRANCE cannes lions innovation

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