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edição de 11 de fevereiro de 2019

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agências “Procuramos

agências “Procuramos conversar com o consumidor da forma que ele gosta” Empresário trabalha ao mesmo tempo com live marketing e análise de dados dos clientes KELLY DORES Com o famoso jeito mineiro de comer pelas beiradas, o empresário Bernardo Dinardi toca dois negócios na área de comunicação que vêm crescendo, de forma independente, com atendimento a grandes marcas como Netflix, Banco do Brasil, BMG e, como ele diz, “um completa o outro”. Há dez anos, ainda em Belo Horizonte, o executivo criou a agência de live marketing TM1, que teve como primeiro cliente a Coca-Cola, que atende até hoje. De olho na necessidade dos anunciantes em trabalhar com a imensa base de dados dos consumidores, fundou há quatro anos a The Hubi, que se posiciona como uma empresa de análise de CRM para conversão de vendas. Dinardi: “Somos remunerados por performance” Divulgação “A gente sempre sentiu uma necessidade muito forte de entregar valor para os clientes como forma de receita. Queria entregar mais valor na parte de resultado, já estávamos muito bem no mercado de live marketing, mas não era possível ampliar mais porque senão íamos perder muito da linha criativa. Começamos a analisar todos os clientes para saber de que forma poderíamos entregar mais resultado que não fosse comunicação tradicional”, conta Dinardi. Ambas empresas funcionam atualmente em São Paulo, com estruturas separadas, sendo que a empresa de análise de dados cresce de forma mais acelerada e hoje já conta com cerca de 100 funcionários. “A gente investiu e entrou muito forte numa linha de análise de base de CRM para 100% conversão de vendas, atuando com clientes e ex-clientes, que por algum motivo tiveram relação com essas empresas. Era um trabalho mais chato, não tinha muito glamour, mas é um trabalho de grandes resultados”, completa ele. Segundo Dinardi, a The Hubi estuda a base de CRM, entende os clientes ativos e inativos, para trabalhar toda a jornada de conversão de vendas. “A gente faz a conversão de vendas e é remunerado só por performance. Estuda toda a jornada do consumidor, faz um trabalho de toda a gestão de marketing/comercial das empresas. Temos a características de trabalhar sempre com produtos de simples conversão com análise criteriosa dos dados”. Na avaliação do executivo, esse tipo de trabalho será ainda mais solicitado pelas empresas quando entrar em vigor a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD - Lei 13.709/2018), a partir de agosto de 2020. “As pessoas vão começar a se preservar mais na relação com as marcas. A gente está tentando se preparar para ter uma relação mais leve entre marcas e consumidor, para que ele entenda que a marca está entregando valor com campanhas mais direcionadas. Procuramos cada vez mais conversar com o consumidor da maneira que ele gosta. As grandes marcas já procuram a gente por causa disso. A gente acredita numa relação saudável”, pontua Dinardi. “Hoje estamos bem focados nos segmentos de programas de fidelidade e mercado financeiro. Muitas vezes os pontos são perdidos pelos clientes, então a gente ajuda os bancos nos programas de fidelidade com campanhas específicas ou projetos de longo prazo para incentivar os clientes a usarem os pontos, engajar mais o consumidor com os programas”, completa ele. 12 11 de fevereiro de 2019 - jornal propmark

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