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edição de 12 de agosto de 2019

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meRCado Fenapro realiza

meRCado Fenapro realiza roadshow sobre tendências e o melhor de Cannes Iniciativa itinerante deve passar por todas as regiões do país e tem parceria com Estadão, Cenp, Globo, Adobe, Kantar e Getty Images MARINA OLIVEIRA Fenapro, em parceria com A o Estadão, inicia na próxima sexta-feira (16) o roadshow TopTrends/Cannes Lions, em São Paulo. Além de apresentações de cases e insights do festival, a entidade expandirá o evento para uma análise de tendências. “O objetivo é provocar gestores e profissionais de agências para uma visão de futuro, vislumbrando os novos caminhos do setor. Para isso, contamos com os parceiros Adobe, Getty Images, Globo e Kantar Ibope Media para apresentar tendências dentro da sua ótica de atuação. O Cenp complementa esse grupo de parceiros, colocando em dis- Evento debaterá cases vencedores de Cannes, como o videoclipe Bluesman, da AKQA Reprodução cussão os novos formatos das Normas-Padrão”, defende Alexis Pagliarini, diretor-superintendente da Fenapro. O evento inicia com as apresentações dos parceiros e termina com os cases vencedores do Cannes Lions, além de uma visão de insights e tendências do festival. O roadshow deve passar por Recife (22/8), Belo Horizonte (29/8), Rio de Janeiro (10/9) e Brasília (12/9). A Fenapro, em parceria com os Sinapros, fará ainda apresentações exclusivas em outras cidades, como Caruaru (21/8), Porto Alegre (27/8), Salvador (3/9), Cuiabá e outras regiões a serem definidas. Para Pagliarini é natural estender a discussão sobre novos rumos, já que “a apresentação do melhor do Cannes Lions é cheia de insights e tendências”. Ainda de acordo com o executivo, a GettyImages apresentará o relatório de Tendências Visuais; a Kantar, o estudo Dimension 2019. Já a Globo tratará da Efetividade do Marketing na era digital; e a Adobe, de Integração Colaborativa. Rock in Rio e Natura criam desafios para reforçar abordagem mais diversa Ação promove o posicionamento Tod+s por um mundo melhor; festival quer empoderar o público para uma construção coletiva igualitária CLAudIA PENTEAdO Ao incorporar, nesta edição do Rock in Rio, a palavra “Tod+s” ao tradicional mote Por Um Mundo Melhor, criando a frase Tod+s por um mundo melhor, a intenção da direção do festival é fazer um convite para que as pessoas prestem mais atenção no poder de transformação de cada um. É “empoderar o público para uma construção coletiva”, explica Roberta Medina, vice-presidente do Rock in Rio. E o esforço começa na segunda semana de agosto, com o lançamento de um desafio digital criado em parceria com a Natura, que propõe que as Divulgação Maria Paula Fonseca, diretora de marca da Natura, e Roberta Medina: propósito de marca pessoas criem novos hábitos e gerem as próprias mudanças. “Uma provocação que ganhará nossos canais de comunicação para que o público mostre que é capaz de mudar hábitos não apenas de forma individual, mas especialmente coletiva. Vamos usar toda a nossa plataforma de comunicação como uma impulsionadora de atitudes”, diz Roberta. A ação ganhará vida nas redes sociais do Rock in Rio e da Natura. Os 21 desafios serão divididos em sete dias, com diferentes temas: Desafie o seu eu; Conecte-se com o outro; e Abrace seu planeta. As pessoas que mais se engajarem terão seus posts replicados nas redes do Rock in Rio. Além disso, para amplificação da mensagem por um mundo melhor, quem gravar vídeos contando a experiência de participar da ação poderá aparecer no telão do Palco Mundo durante os sete dias de Rock in Rio. 48 12 de agosto de 2019 - jornal propmark

inspiração Caixa de ferramentas Fotos: Divulgação “Lá havia os mais diversos aparatos: pregos, parafusos, porcas, lixas, chaves de fenda, martelo e por aí vai – tudo nos mais diversos tamanhos” Marcelo Bacchieri especial para o ProPMarK Sempre fui fascinado por caixas de ferramentas. Meu avô paterno tinha uma peça na sua casa onde ele guardava todos os artefatos necessários para fazer as mais diversas manutenções caseiras e construir algumas coisinhas. Lá havia os mais diversos aparatos: pregos, parafusos, porcas, lixas, chaves de fenda, martelo e por aí vai – tudo nos mais diversos tamanhos e materiais. Para cada tarefa que executava, analisava, estudava, planejava, ia lá na salinha dele e voltava com os materiais corretos para executar o trabalho. As ferramentas e os materiais, somados à atitude e ao conhecimento, correspondem a bons resultados. Executado uma vez só, dentro do plano, com qualidade e com durabilidade. Bonito de ser visto. Ao final da empreitada, ele me dizia: para cada trabalho existe a ferramenta certa. Meu pai, seguia a mesma “filosofia”, acredito que por ter aprendido com o pai dele. Logo, eu também comecei a “arrumar” alguns itens na casa dos meus pais (que eu mesmo estragava), entre eles: vedar vazamentos e consertar aqueles fios com mau contato, entre outras coisas pequenas. Sempre que eu ia encarar um desses projetos, usava as “minhas” ferramentas, que geralmente se resumiam a uma faca sem ponta, fita adesiva, cola de papel e meus dentes. Em geral, eu tinha sucesso nestas aventuras, mas o trabalho demorava muito tempo para ser feito, a qualidade era desastrosa e durabilidade podia ser contada em poucos minutos. O maior resultado disso tudo, apesar do sucesso temporário, era normalmente uma grande frustração. Na minha carreira tentei sempre manter este conceito ativo e entendo que, independentemente do que façamos, precisamos ter uma boa e rica “caixa de ferramentas” disponível. Partindo do pressuposto que cada projeto que executamos é algo único, me pergunto sempre: qual a ferramenta mais adequada para realizar isso? Será que as mesmas que utilizei no projeto passado são as mais adequadas para este novo? Pode ter surgido alguma nova e mais eficiente? A aproximação utilizada com um ponto de contato pode servir para outro contato na mesma equipe? No contexto do nosso dia a dia, eu entendo que estas “ferramentas” representam todo o conhecimento que podemos adquirir por meio de estudos, experiências, trocas, acertos e erros. Em outras palavras, nossas habilidades, os processos que conhecemos e usamos, os livros e documentos que lemos e escrevemos, os formatos de comunicação que nos impactam e usamos para impactar, softwares, hardwares, nossas atitudes, e tudo mais que aprendemos e temos a oportunidade de aplicar formam e enriquecem a caixa de ferramentas de cada um. No mercado em que atuo existem milhares de excelentes metodologias, documentações, linguagens de programação, bancos de dados, boas práticas e softwares – a lista pode ser infinita – que auxiliam o planejamento, a execução e o acompanhamento dos projetos e das ações que realizamos. Se conhecermos apenas um método, um software, um documento, um processo, um de cada, e tivermos sempre uma atitude única, a tendência é que a resposta para a pergunta seja sempre a mesma. No entanto, se nossa caixa estiver bem equipada, a utilização dos instrumentos mais adequados será respondida pela necessidade do trabalho e pela nossa criatividade, nunca pela nossa limitação de conhecimentos e habilidades. Bem equipados, nós sempre vamos tomar as decisões para nossas atividades e projetos levando em consideração as características de cada desenvolvimento e escolhendo as ferramentas adequadas para cada caso e cada situação, em vez de ficar apertando parafusos com facas sem ponta e desencapando fios com os dentes. Marcelo Bacchieri é diretor-geral da Prodigious jornal propmark - 12 de agosto de 2019 49

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