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edição de 14 de janeiro de 2019

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MERCADO Fundador da Wise

MERCADO Fundador da Wise Up consolida feira de empreendedorismo em SP Flávio Augusto, que tem entre seus investimentos a escola de idiomas, fatura alto compartilhando seus conhecimentos no evento Power House LEONARDO ARAUJO Encabeçado pelo fundador da Wise Up, Flávio Augusto da Silva, o Power House 19 foi realizado no primeiro sábado de 2019 e reuniu mais de quatro mil pessoas no Credicard Hall, em São Paulo. Em poucos dias, os quatro mil ingressos do evento sobre empreendedorismo, que tinham valores entre R$ 300 e R$ 600, se esgotaram. O fato de ser realizado num sábado em que, costumeiramente, a população está de férias, não espantou o público. Além dos pagantes, mais de 450 profissionais, staff e voluntários participaram da organização. “Qualquer dia é dia de lutar pelos nossos projetos, pelos nossos sonhos”, reflete Flávio Augusto. Além da escola de idiomas, ele também é dono da plataforma online sobre empreendedorismo MeuSucesso. com e do Orlando City Soccer Club, time de futebol dos Estados Unidos. Quem esteve no Credicard Hall presenciou uma aula de, aproximadamente, seis horas sobre negócios, abordando aspectos conceituais, estratégicos e motivacionais para o dia a dia da construção de uma empresa. Tudo baseado nas experiências do próprio Flávio Augusto. “O Power House chegou à sua terceira edição muito mais maduro, com um conteúdo único e um público cada vez mais entendendo o conceito e se engajando no modelo que propusemos”, explica o empresário. Além de Flávio, outros nomes promovidos por ele também estiveram presentes e fizeram parte do line up de palestrantes. Um deles foi Rick Chester, ex-vendedor de água que agora faz a vida motivando empreendedores. “Melhor do que esperar as coisas mudarem é fazer as coisas mudarem. [...] Se eu, neguinho vendedor de água, consegui mudar, pode Flávio Augusto da Silva durante o Power House 19: “Consolidamos não somente a marca do evento, como também o formato” “O Power House chegou à sua terceira edição muito mais maduro, com um conteúdo único e um público [...] entendendo o conceito” Divulgação crer que você também consegue”, disse Chester logo na abertura do evento. Aliás, Chester, que é famoso pelo bordão “pega a visão”, entrou sambando no palco do Credicard Hall. Além do aprendizado compartilhado, Flávio Augusto e sua equipe criaram um clima propício para animar os presentes. Nos intervalos entre uma aula e outra, trailers dedeos da sua plataforma sobre empreendedorismo atiçavam o público. Além disso, a Buzz Editora, parceira de Flávio Augusto, também esteve presente vendendo livros com autores como Carlos Wizard, Érico Rocha e, é claro, o próprio Flávio. “Pra mim, as seis horas voaram. Consolidamos não somente a marca do evento, como também o formato”, diz o empresário, que, aliás, depois de fazer muito barulho nas listas de mais vendidos com os livros Geração de Valor 1, 2 e 3, aproveitou o evento para lançar o seu quarto livro, intitulado Ponto de Inflexão. Além dos livros, eventos e plataforma digital, Flávio também divulga os seus projetos e fatura ensinando jovens empresários via podcast, com seu GVCast. Sem falar na parceria com o Nerdcast, cuja série Empreendedor foi renovada para 2019. Além disso, o próprio público do empresário ajuda na divulgação com as Embaixadas GV, que surgiram a partir de um movimento espontâneo de simpatizantes que decidiram começar a se reunir com o objetivo de debater conteúdos relacionados a empreendedorismo, promover networking e desenvolver habilidades em comunicação e liderança. Já para o Wise Up, a meta é abrir 50 escolas em 2019. Algo factível, já que em 2018 a meta foi superada em 105%. 14 14 de janeiro de 2019 - jornal propmark

mercado Interfaces de voz e 5G dominam discussões em feira de eletrônicos Anunciantes, mídia e consumidores serão impactados pelas novidades apresentadas na Consumer Electronics Show em Las Vegas, nos EUA Felipe Turlão As interfaces de voz já fazem parte da vida de alguns brasileiros, especialmente aqueles que realizam buscas pelos assistentes instalados nos mobiles. A tendência é que essas tecnologias vitaminadas por inteligência artificial se expandam no país, e se tornem comuns em TVs, geladeiras, lavadoras e demais itens do lares e escritórios, e nos automóveis. A CES (Consumer Electronics Show), realizada na semana passada, trouxe alguns insights de como será a vida das pessoas nesse novo ecossistema e ajudou a sinalizar algumas oportunidades para os anunciantes, agências e mídia. Os assistentes pessoais como Siri (Apple), Cortana (Microsoft), Alexa (Amazon), Bixby (Samsung) e Google Assistente (Google) foram onipresentes em equipamentos lançados durante a feira, mas, em relação a anos anteriores, a novidade da CES é que as interfaces de voz já começam a demonstar seu potencial para vendas de produtos e serviços. Para acelerar esse movimento, a quantidade de devices do tipo speaker para o lar, como Google Home e Echo Amazon, segue viés de alta nos Estados Unidos, com 53 milhões de americanos possuindo ao menos um equipamento, de acordo com estudo da Edison Research e NPR, apresentado na CES. O número total de speakers nos lares subiu 78% em 2018, na comparação com 2017. Há também um acréscimo na média de speakers por lar: 2,3 contra 1,7 do ano anterior. “O aumento na compra de speakers mostra a utilidade que os assistentes de voz estão tendo. Esses devices estão se tornando algo integrado ao dia a dia da vida de dezenas de milhões de americanos”, assegurou Tom Webster, vice-presidente da Edison Research. A CES apresenta como será em breve a vida dos consumidores em uma sociedade cada vez mais conectada Amazon, com o Echo, domina esse mercado, mas o que mais cresce é o Google Home, que pode ser lançado em breve no Brasil e já aceita comandos em português. Outros, como o Apple Home Pod, também concorrem nos EUA. Com a inevitável massificação dos speakers, fica evidente o potencial para o chamado voice-commerce, comércio possibilitado por interações de voz com máquinas e seus assistentes pessoais. Um estudo da Visa, How We Will Pay, publicado em outubro, apontou que donos de speakers com voz já estão tendo experiências de compras em seus equipamentos, com destaque para supermercados (5% dos usuários de speakers) e alimentação (4%). Tratam-se de early-adopters, por enquanto. Outro report recente da OC&C Strategy Consultants mostra que voice-commerce “O aumento na compra de speakers mostra a utilidade que os assistentes de voz estão tendo” Divulgação deve crescer 1.900% até 2022, gerando US$ 40 bilhões em vendas nos EUA. Em geral, a sensação na CES é que os americanos estão cada vez mais aptos a comprar produtos por meio de seus Google Home ou Amazon Echo. E que as marcas precisam estar preparadas para consumidores que vão decidir suas compras por meio de interação com assistentes pessoais. Como de costume, a CES foi palco para apresentação de dezenas de lançamentos, de TVs 8K com assistente de voz e inteligência artificial a outros mais curiosos, como uma lava-louça sem canos ou o armário com robô que dobra todas as roupas. Causou polêmica um vibrador criado por uma startup chamada Lora DiCarlo, que foi premiado como inovador, mas teve seu troféu retirado, após constatação de que ele não se aplicada à categoria drones, onde foi inscrito. jornal propmark - 14 de janeiro de 2019 15

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