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edição de 14 de janeiro de 2019

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perspectivas 2019 Data live marketing é a tendência que vai orientar ações do segmento Ritmo de crescimento permanecerá em alta diante da necessidade de as marcas se manterem conectadas com consumidores em eventos e PDVs Paulo Macedo consumo dá sinais de recuperação. As O marcas apostam em crescimento, mas a competitividade estabeleceu nova régua para o ponto de equilíbrio da balança de negócios. E com a instantaneidade das redes sociais, o planejamento estratégico passou a ser em tempo real nas disciplinas de comunicação. Não é diferente com o live marketing, que leva o jogo da preferência para arenas conhecidas como PDVs. E parece que os anunciantes sempre estão com a bola na marca do pênalti, ou seja, podem fazer, perder e levar gols dos concorrentes. Esse mercado planeja elevar o volume de jobs e tem tudo para ser bem-sucedido. A média de faturamento nos últimos dois anos ficou próxima dos R$ 44 bilhões. A expertise em monitorar dados, o data live marketing, é a principal tendência de 2019. “Esperamos a volta de um crescimento um pouco mais vigoroso da economia e, consequentemente, dos investimentos. O segmento de live marketing é sempre um termômetro da economia do país, por isso esperamos retomar também a curva de crescimento. Outra expectativa é a evolução de algumas das demandas regulatórias de nosso mercado, como a luta pelo fim da bitributação e a regulamentação do live marketing”, observa Wilson Ferreira Jr., presidente da Ampro (Associação de Marketing Promocional) e CEO da agência Etna. Lenhard, da Hands, vem plantando há algum tempo 2019 crescimento. Seja pelo constante profissionalismo e maturidade que vamos alcançando, somado à importância e à relevância do segmento na geração de experiências para a aproximação das marcas junto aos seus consumidores. Vem cada vez mais se tornando uma ferramenta indispensável no planejamento de qualquer empresa. Desse modo, não tem como olhar para o futuro e Fotos: Divulgação Esher, do Banco de Eventos, propõe mais experiências não acreditar que será melhor. 2019 ainda será um ano de ponderações, mas certamente melhor do que 2018. É nisso que estamos trabalhando.” Bruno Busquet, presidente da Tupiniquim e do Popai no Brasil, concorda com o colega, ressaltando que o 2019 será o ano de consolidação do entretenimento através da experiência. “O movimento de entrete- Experiências Proporcionar experiência ao consumidor continua sendo o dever de casa do segmento, nas palavras de Maurício Marques, diretor da Samba Marketing ao Vivo. “O que faz sentido para o público é se sentir conectado com as marcas através de ações que façam a diferença e impactem suas vidas. Nossa preocupação com um legado socioambiental no John John Rocks Jeri, realizado na transição de 2018 para 2019, serve de exemplo para isso. O objetivo do nosso trabalho é garantir que as pessoas vivam experiências positivas e de qualidade, que reflitam o ideal de cada marca presente. O live marketing, basicamente, pensa em projetos com grande amplificação de público, que sejam pertinentes e, por fim, gerem experiências que façam sentido para as marcas.” Marcio Esher, do Banco de Eventos. prossegue: “Esse mercado, independentemente dos obstáculos que o país encontra, apresenta-se como um setor em franco Diniz, da Voga, prevê maior volume de patrocinadores Fernando Ribeiro e Fabiana Schaeffer, sócios da Netza 34 14 de janeiro de 2019 - jornal propmark

Alê Oliveira “As iniciativas de Live Marketing serão cada vez mais responsáveis por captar, decifrar e transformar um bando de dados por meio da interação com os consumidores” Busquet, do Popai Brasil: “Engajamento e cumplicidade” nimento constrói sensações que aumentam o valor percebido e transportam a realidade para o mundo da fantasia inspirando um engajamento que beira a cumplicidade do infiel shopper brasileiro.” Marcos Pirozzelli, CEO da Accuracy, também está otimista. Segundo o executivo, o fim do ano demonstrou uma retomada nos negócios da agência que, associada a algumas conquistas, trouxe 25% de crescimento em relação a 2017. “Há uma grande expectativa para 2019, em especial porque alguns clientes já estão se organizando e pautando projetos com uma certa antecedência. O aquecimento da economia propicia ao nosso mercado boas oportunidades. Depois de uma histórica recessão, a retomada do crescimento na indústria/varejo vem com força na comunicação e o live marketing é uma ferramenta para rápidas respostas.” Maior abertura à experimentação, recomenda Ana Paula Inteligência de dados vai permear ações, diz Guntovitch Expansão A premiada Hands, do CEO Marcelo Lenhard, quer manter o ritmo de crescimento que vem contabilizando desde 2015. Nas suas palavras, a agência já vem plantando 2019 há algum tempo. “A agência vem crescendo consistentemente mais de dois dígitos, com a variação de atendimento de segmentos e marcas completamente distintas. E com zero preocupação comercial, porque somos sempre procurados e nossa parte de desenvolvimento está mais pautada em gerar projetos-proprietários de conteúdo. Essa é a nossa força de venda. É uma força proprietária, que nos deixa menos suscetíveis a movimentos negativos do mercado.” Decifrar dados é a expectativa de Celio Ashcar Jr., sócio da Aktuellmix e chairman da Ampro. “Acho que será o ano do que eu chamo de data live marketing, a junção de todas ferramentas atuais com o data para promover soluções mais focadas e personalizadas, com maior resultado para as marcas. As iniciativas de live marketing serão cada vez mais responsáveis por captar, decifrar e transformar um bando de dados por meio da interação com os consumidores, para suportar ideias que geram resultados mais assertivos para os clientes.” Segundo Ana Paula Andrade, country manager da Marco Marketing, a transformação digital nas formas de agir e pensar já estão sedimentadas. “O consumidor exige mais conexão, rapidez, instantaneidade, experiências diversificadas, possibilidade de obter informações em tempo real, uma vez que valorizam a flexibilidade e a opção de interagir com a marca e comprar a qualquer momento em qualquer canal. Esta tendência (ou, diria, realidade) veremos de forma mais latente no varejo brasileiro em 2019. O consumidor está aberto à experimentação, porém muitas empresas ainda não estão preparadas para aproveitar essa oportunidade ou não têm ousadia suficiente para personalizar produtos e serviços. Com a confiança do consumidor aumentando e a economia retomando o crescimento, os investimentos vão se direcionar a iniciativas com estas características”, destaca Ana Paula. Por outro lado, Fernando Guntovitch, CEO da The Group, também enfatiza o uso inteligente de dados nas estratégias. “Acredito no fortalecimento da integração on e offline e na utilização de big data. O acesso às informações cada vez mais específicas dos consumidores nos permite uma visão personalizada e hipersegmentada de cada cliente. Com isso, cria-se o desafio de descobrirmos qual a maneira mais eficaz de utilizarmos esses dados em prol do mercado de live marketing”, detalha Guntovitch. Vitor Diniz, fundador da agência Voga, acredita que o live marketing está em ascensão devido ao advento do mundo digital e à demanda por eventos. “Acreditamos que as perspectivas de receita e budget voltem ao normal, com mais volume de patrocinadores, mais disposição para as empresas assumirem riscos em prol de visibilidade. Portanto, nossa expectativa é de receber inclusive um aumento de demanda em comparação a 2018, porém com um cenário financeiro muito mais favorável, permitindo que entreguemos experiências cada vez mais completas e marcantes.” Fabiana Schaeffer e Fernando Ribeiro dos Santos, sócios da Netza, pretendem manter a busca pelo novo. “A #agenciadonovo possui uma área exclusiva de criação e produção de conteúdo, o Netza Content Lab, focado em novas estratégias de inteligência de dados e projetos mais inovadores, além de atuar com ações de endomarketing, marketing direto, campanhas de incentivo, planejamento e execução de promoções e eventos corporativos, sempre explorando novas dimensões para trazer as soluções ideais para cada cliente. Conta com uma estrutura de gestão horizontal e flexível, que integra diversas áreas com mais conectividade e compartilhamento de expertises”, finalizam. jornal propmark - 14 de janeiro de 2019 35

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