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edição de 15 de abril de 2019

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mídia Produção de branded content é a expertise do R7 Multiplataforma O projeto pretende unir conteúdo jornalístico premium para aproveitar a capacidade de engajamento do portal do Grupo Record na internet Paulo Macedo Grupo Record apresentou na semana passada O uma novidade para atrair mais anunciantes para o seu portal na internet, o R7 Multiplataforma, cuja principal expertise é a produção de branded content jornalístico, customizado. O primeiro projeto, sobre música sertaneja, é O último dos pés vermelhos, disponibilizado nos formatos de texto, gráficos, vídeo e ações para redes sociais. “Queremos unir conteúdo jornalístico, investigativo, com linguagem de redação ao branded content que as marcas necessitam. Mais do que engajar e alcançar o público, o objetivo é levar qualidade nas informações que serão consumidas, de forma clara e direta. Investimos tempo e muita pesquisa para lançar o Estúdio R7 dentro da área multiplataforma, pois entendemos que primeiro é fundamental conhecer nosso público, entender comportamento e forma de navegação”, detalha Claudia Caliente, diretora da unidade multiplataforma da Record. E quais são os formatos oferecidos para os anunciantes? Claudia responde: “Além de ser uma novidade dentro do Multiplataforma, é uma área dinâmica e escalonada. Contamos com um time dedicado ao produto e também com a pluralidade da redação, compondo cada reportagem com um especialista. A produção do conteúdo é definida a partir da necessidade da marca e dos dados de perfil que entram por mais canais distintos de análise de dados para determinarmos o tipo de conteúdo e de formato que será produzido pela equipe de jornalistas e produtores da área Multiplataforma.” O DNA do projeto contempla apenas a produção de conteúdo original. “Teremos branded content sob demanda, com oferecimento de marcas, mas Claudia Caliente, da Record, fala que “conteúdo vai muito além do publi por publi” também conteúdos editoriais, sobre assuntos que estejam tendo grande repercussão. A ideia principal é levar conteúdo de qualidade, seja patrocinado por uma marca ou não”, reforça Claudia, que afirma mais: “Chamamos de jornalismo premium o conteúdo jornalístico mais investigativo, contundente e conceitual no digital – que, em vez da cobertura tradicional, oferece um aprofundamento dos temas e mescla diversas mídias Divulgação “isso faz com que as marcas sejam vistas além publicidade” como texto, vídeo e imagem, e oferece diferentes desdobramentos e formatos para as redes sociais. Vai além de um conteúdo informativo, quente, noticioso do dia a dia, e isso faz com que as marcas sejam vistas além da publicidade, pois mostra quais são as causas que elas defendem e isso ajuda o público a se aproximar de maneira genuína.” Claudia ressalta que o ambiente digital não limita a criatividade diante de um volume de audiência antenado, que pode multiplicar os acessos. Daí a importância do cuidado com a produção das pautas. Na verdade, muitos anunciantes têm buscado os principais assuntos do dia para apresentar soluções de comunicação. A enchente do Rio de Janeiro, por exemplo, foi uma possibilidade para se dar ênfase a temas como a sustentabilidade. “É uma oportunidade direta de atingir o consumidor final, que já acessa o R7.com e/ou segue o site nas redes sociais, com um conteúdo que vai muito além do publi por publi. O R7 Estúdio gera uma integração da marca contextualizada, proporcionando impacto e engajamento do público. Hoje, contamos com uma audiência qualificada e temos diversos canais de contato com diferentes públicos para levá-lo até o conteúdo, além de ser uma maneira de engajamento genuína, portanto, com maior poder de engajamento. Lançamos a plataforma com o conteúdo próprio ‘Pés Vermelhos’, que traz em texto, vídeo e formato especial para as redes sociais, a história sobre os últimos nomes vivos da música caipira para falar sobre um gênero que, aos poucos, está desaparecendo, mas carrega a história da raiz sertaneja. Contudo, estamos em fase de finalização de conteúdos para marcas, mas ainda não posso adiantar quais são”, finaliza. 38 15 de abril de 2019 - jornal propmark

MÍDIA Kallas faz 40 anos aliando soluções de OOH tradicionais e modernas Empresa de out of home celebra a maturidade com expansão dos negócios em aeroportos e metrôs; CEO anuncia novidades no mix MARINA OLIVEIRA Nos últimos anos, o mercado de OOH tem vivido um bom momento. De acordo com um levantamento realizado pelo Cenp-Meios, divulgado no início deste mês, a mídia exterior conquistou a terceira posição em termos de investimento publicitário no consolidado de 2018, respondendo por 8,4% de share, atrás somente da TV aberta (58,3%) e da internet (17,7%). É neste cenário de consolidação e crescimento que a Kallas, empresa brasileira de mídia out of home, celebra seus 40 anos. Desde dezembro, eles passaram a ter exclusividade na comunicação e publicidade de mais três importantes terminais aeroportuários em Goiânia, Campo Grande e Palmas. Ao todo, a Kallas detém hoje a concessão máster de 17 aeroportos. Recentemente, a empresa também venceu a licitação da CBTU, no Recife e dos metrôs em Maceió, João Pessoa e Natal. Além da parte publicitária, o edital prevê a possibilidade de implementação de vending machines. “Focamos nos últimos dois anos na consolidação da posição deder de mercado em mídia aeroportuária e demos um salto. Hoje nosso portfólio está composto por mais de 30 aeroportos, sendo 17 máster, quatro metrôs exclusivos, nove concessões de mobiliário urbano e mais de 500 painéis em diferentes cidades. Ou seja, oferecemos mais de 75 mil oportunidades de mídia OOH para nossos anunciantes”, comemora Rodrigo Kallas, CEO da companhia. Entre os principais parceiros do grupo atualmente estão Uber, Localiza, PagSeguro UOL, Amil, Movida, Claro, Kia, Santander e Livelo. Para o dirigente do grupo, a profissionalização do merca- Rodrigo Kallas: “Nossa meta é focar também em outras verticais dos nossos contratos. Queremos realizar ações de live marketing” do com a chegada de players internacionais impulsionou a modernização das soluções em mídia exterior e forçou que empresas como a Kallas reavaliassem seu mix. “O mercado mudou muito nessas quatro décadas. Primeiro os players, mas também os meios. Há 20 anos o principal deles era o outdoor, que foi caindo em desuso e dando lugar para o mobiliário urbano. Com a chegada do ‘Cidade Limpa’ em São Paulo, as empresas nacionais menores acabaram saindo do mercado, dando espaço para as gigantes. Se antes o mercado era de companhias 100% nacionais, hoje é liderado por uma multinacional”, avalia Kallas. Para ele, as empresas mudaram não somente o produto, mas também trouxeram novas tecnologias, ferramentas de “oferecemos mais de 75 mil oportunidades de mídia OOH para nossos anunciantes” Divulgação planejamento e credibilidade. E, segundo Kallas, para sobreviver neste contexto é preciso fazer “malabarismo”, isso porque é preciso “equilibrar o tradicional com o moderno.” Assim, para 2019, a empresa prevê parcerias e o investimentos em novas soluções. “Estamos fechando uma aliança estratégica com uma empresa grande do mercado de tecnologia para poder acelerar o desenvolvimento da instalação de telas, painéis digitais, de LED e novos formatos”, diz. Por fim, outra frente de expansão é o mercado de live marketing. “Nossa meta é focar também em outras verticais dos nossos contratos. Queremos criar e realizar ações de live marketing para proporcionar aos nossos clientes a oportunidade deles gerarem experiências aos passageiros”, conclui. jornal propmark - 15 de abril de 2019 39

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