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edição de 18 de fevereiro de 2019

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AGÊNCIAS Grey Brasil

AGÊNCIAS Grey Brasil promove profissionais em cargos diretivos e altera seu board Marcia Esteves acumulará funções de CEO e presidente; executiva comenta saída da M. Dias Branco e analisa momento atual da empresa LEONARDO ARAUJO Grey Brasil anunciou na A semana passada novidades em sua gestão. Marcia Esteves, presidente da agência, acumula a função de CEO. A executiva responderá para Marco Milesi, recentemente promovido a CEO e presidente da Grey Latin America. “Para mim, a responsabilidade continua. Eu encarei sempre qualquer cargo com responsabilidade e entendendo muito o meu dever. Cada vez mais buscando apoiar o crescimento da empresa e das pessoas que estão aqui”, afirma Marcia. O entusiasmo se traduz na frase da agência para o novo ciclo: “2018, o melhor ano da Grey. Só perde para 2019”. As outras mudanças foram Adriano Matos, na Grey há quatro anos como ECD, que assumiu como CCO. Maria Pirajá, na Grey há 3 anos como diretora de negócios, foi promovida a VP de negócios. E para completar o time de liderança, que conta também com Fabio Tachibana (VP de mídia e B.I.) e Raquel Messias (VP de estratégia), Marcela Borges, ex-Leo Burnett Tailor Made, assume como CFO. “A gente nem está falando muito de mudanças e sim de crescimento. A agência teve um ano histórico em 2018, crescemos em resultado e ganhamos novas marcas. A estrutura cresceu e mereceu ser promovida”, analisa Marcia. “Não são pessoas novas, são pessoas que estão construindo a agência. A gente forma uma liderança que já existia e naturalmente faz com que a agência inteira cresça”, complementa a CEO, ressaltando que novas lideranças foram anunciadas no board, mas que houve promoções nos cargos de diretoria. Recentemente, a agência anunciou o fim da parceria com a M. Dias Branco. Perguntada se tal notícia preocupa, Marcia Novo board da Grey: Maria Pirajá, Adriano Matos, Marcela Borges, Marcia Esteves, Elise Passamani, Fábio Tachibana e Raquel Messias afirma que preza pela sinceridade no trato com os clientes. “O que faz com que a gente seja uma agência feliz são as relações de parceria e transparência com nossos clientes. Eles nos tornam melhor através dessa relação com a gente. Temos o maior carinho, respeito e admiração pelos profissionais da M. Dias Branco. A relação de transparência também faz com que a gente saiba a hora de parar. Saber a hora de parar é absolutamente honesto”, explica. Uma das últimas campanhas para a empresa foi feita para a marca Adria e apresentava a plataforma social Detalhes que Alimentam a Vida, com conteúdos interativos para aumentar o engajamento nas redes sociais. O case contava histórias reais de pessoas que através de suas ações mudaram a vida de outras para melhor. Os relatos escolhidos foram filmados e se transformaram em pequenos “O que faz cOm que a gente seja uma agência feliz sãO as relações de parceria e transparência cOm nOssOs clientes. eles nOs tOrnam melhOr através dessa relaçãO” Divulgação documentários. Sobre o futuro, Marcia é otimista. “Janeiro foi um mês de nos reorganizarmos para garantir que nossa operação siga atendendo tudo que a gente quer fazer, que não é só a demanda, mas sermos proativos e cada vez mais vivermos as marcas desses clientes”, explica. A CEO também revela que Michael Houston, CEO Global, e Marco Milesi, CEO Latam, vêm ao Brasil em breve para lançar novas unidades de negócio, estruturadas por Elise Passamani, VP de operações. O objetivo é tornar a Grey uma agência interconectada. “A gente tenta cada vez mais entender como a sociedade tem se transformado para garantir que nossa operação entenda essa situação, assegurando que nossas marcas possam fazer parte da vida das pessoas e não interrompam as rotinas delas. A gente não vai parar de mudar”, finaliza. 44 18 de fevereiro de 2019 - jornal propmark

agências Principais holdings internacionais ampliam suas receitas em 2018 Interpublic rompeu a barreira dos US$ 8 bilhões em faturamento, enquanto o Omnicom teve crescimento de 3,2%; Publicis subiu 1,1% Felipe Turlão Os demonstrativos de resultados dos principais grupos de comunicação, que constituem um termômetro da saúde financeira do mercado publicitário, apontam crescimento em 2018. Até o momento, Interpublic (IPG), Omnicom e Publicis tornaram públicos seus números, faltando apenas o WPP, dentre os quatro grandes. Quarto maior do mercado e dono de redes de agências como FCB, Lowe e McCann, o IPG anunciou na semana passada seus resultados financeiros relativos ao ano de 2018, que indicam crescimento de 5,5%, atingindo US$ 8,03 bilhões de faturamento líquido. Assim, pela primeira vez, o grupo rompe a barreira de US$ 8 bilhões. O percentual de alta não considera variações cambiais e aquisições, especialmente a da Acxiom, feita em outubro. O resultado do Interpublic foi alimentado por um forte quarto trimestre, onde o crescimento chegou a 7,1%. O CEO Michael Roth fez uma análise muito positiva dos resultados, considerados acima da média do mercado. “No geral, 2018 foi um ano muito bem-sucedido, com excelentes resultados financeiros, juntamente com uma significativa aquisição voltada para o futuro da companhia. Estamos orgulhosos que nossa cultura continue a atrair talentos diversificados com uma ampla gama de conhecimentos digitais, o que nos ajudou a proporcionar crescimento orgânico e melhoria de margem nos últimos anos, o que é necessário à luz das mudanças significativas ocorridas em nossa indústria e no meio ambiente em que operamos”, comentou o executivo, em comunicado aos acionistas. No que tange às perspectivas para 2019, embora haja preocupação com perdas de contas Michael Roth, que fez análise positiva dos resultados, considerados acima da média como Fiat Chrysler e US Army, Roth mantém o otimismo. “Nossas metas para 2019 são de crescimento orgânico totalmente competitivo e sólida expansão de margem subjacente. Também permanecemos comprometidos com nosso robusto programa de retorno de capital, como fica evidente na ação do nosso Conselho anunciada na semana passada para aumentar ainda mais nosso dividendo. Estamos confiantes de que esta combinação de desempenho operacional e retorno de capital nos permitirá seguir em nosso forte histórico de aumentar o Divulgação “2018 foi um ano muito bem-sucedido, com excelentes resultados financeiros, juntamente com uma significativa aquisição voltada para o futuro da companhia” valor para o acionista”, concluiu o CEO e chairman do IPG. O Omnicom, dono das redes BBDO, DDB e TBWA, anunciou também na semana passada crescimento orgânico anual em 2018 de 2,6% no mundo. As receitas subiram 0,1%, chegando a US$ 15,3 bilhões. Entre as unidades de negócios, a publicidade teve alta de 2,9%, com crescimentos também em CRM (5,9%), PR (1,8%) e Healthcare (4,5%). Considerando-se regiões, os Estados Unidos subiram 0,7% no balanço, contra 8,2% da Europa e 7,9% da Ásia, contra apenas 2% na América Latina. O CEO da Omnicom, John Wren, disse que a holding conseguiu satisfazer a necessidade do cliente por simplificar sua estrutura, ao mesmo tempo em que oferece criatividade e tecnologia. Dentre as suas prioridades para 2019 está investir em tecnologia e analytics e ampliar a oferta de serviços que ajudem os clientes a impulsionarem seus negócios. O Publicis Groupe enfrentou um ano desafiador, mas que foi considerado produtivo por seu CEO, Arthur Sadoun. “Todos os passos nesse ano complicado ajudaram em nossa transformação como negócio”, disse aos analistas. A empresa pretende se posicionar menos como holding e mais como plataforma, estando preparada para oferecer aos clientes recursos de diversas agências ao mesmo tempo. A holding também disse que vai fortalecer suas verticais de transformação de negócios dos clientes, ampliando a função de Steve King, CEO da Publicis Media, que se torna COO do grupo. Ele será responsável pelo desenvolvimento das práticas de transformação em marketing em diversas áreas. As receitas do Publicis foram a US$ 11,3 bilhões em 2018, um crescimento de 1,1%. jornal propmark - 18 de fevereiro de 2019 45

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