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edição de 27 de janeiro de 2020

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DIGItaL Fotos: Divulgação Cultura de dados adequação à LGPD na DPZ&T é missão pessoal do CEO Eduardo Simon. A “Nós já estávamos devidamente adaptados ao GDPR europeu quando a Lei Geral de Proteção de Dados foi sancionada, em 2018”, disse o executivo. Ele concedeu a seguinte entrevista: Divulgação Isaias Lernes é diretor e cofundador da Match PREPaRaÇÃO Devemos estar sempre um pouco à frente e, por isso, nos antecipamos nesse assunto no primeiro semestre de 2019, consultando especialistas, principalmente de países como a Alemanha, onde a lei é ainda mais rigorosa, uma vez que alguns de nossos clientes, por serem multinacionais, como a Nescafé, já tinham essa necessidade no Brasil. Compartilhamos e desenvolvemos internamente a cultura do uso correto de dados. Temos um programa de privacidade de dados global e também um local. Marina Barros é executiva da consultoria Cosin Oliveira, da R/GA: “Não é ruim como alguns insistem” aÇÃO Criamos um comitê para disseminar a cultura do uso correto dos dados. Com plano de ação efetivo; homologando fornecedores para entender como tratam esse assunto; revisitando todos os contratos; adequando a forma como enviamos as informações internamente e para nossos clientes (utilizamos, por exemplo, uma rede segura nas nuvens para compartilhar os dados); criando regras para o manuseio dos bancos de dados e treinamento. PRIvaCIDaDE Com a LGPD, deverão se adequar aqueles que ainda usam informações de empresas que trabalhem dados coletados ou utilizados sem a devida transparência. Ou com desvio da finalidade ou, como exemplo prático, empresas que vendem o total do uso de dados, incluindo aqueles que permitam identificar indivíduos. É preciso diferenciar o uso inteligente de dados e sua indiscutível contribuição para a sociedade com o uso de dados pessoais. Agências e anunciantes que não cumprem os parâmetros da LGPD/GPDR terão consequências, assim como muitas vão progredir fazendo uso correto dos dados e da tecnologia por trás disso. IRREvERsívEL É uma evolução que será melhor para todos em termos de uma proteção de dados muito mais forte, qualificada e regulamentada. E isso gera mais segurança, além de mais transparência e investimento em tecnologia. PM partes, de forma que tenham sua privacidade assegurada, possibilitando o acesso a seus dados, anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários e revogação do consentimento para utilização dos dados.” André Fernandes, gerente de engenharia de soluções da Nice, pondera que o início deve ser o data mapping. “O passo seguinte é encontrar ferramentas que tragam o maior benefício e facilidade na execução de tais atividades. Todo esse processo é bastante longo e, dado o prazo de implementação, deve ser feito rapidamente e da maneira mais assertiva possível.” Por outro lado, o especialista em hi- persegmentação Isaias Lemes, diretor e cofundador da Match (spin-off da F.biz), conta com apoio de escritório jurídico para orientar procedimenros sobre a LGPD. “Em muitos casos, temos acesso aos dados, mas não fomos responsáveis por suas capturas. No momento, estamos revendo o que precisa ser ajustado na relação entre a Match e seus clientes. Já em relação aos nossos clientes e seus consumidores, estamos estudando tecnologias, como, por exemplo, as CMPs (Consent Management Platform), que podem auxiliar na adequação das plataformas digitais para coleta e armazenamento de consentimento para uso de dados”, justificou Lemes. Aga Porada, head de mídia da Wieden+Kennedy São Paulo, finaliza: “Acredito que, para a internet se firmar como um ambiente e uma ferramenta segura, a preocupação com a privacidade é mais do que legítima: ela é essencial. Quando o próprio Tim Berners-Lee, inventor da Web, vem a público propondo um plano de ação global para evitar uma distopia digital, fica clara a urgência em rediscutir todas as práticas adotadas até hoje. A LGPD é um passo muito importante para essa revisão de comportamento da internet, porque diminui o poder de grandes corporações sobre dados coletados na web e devolve para os indivíduos que de fato os geram.” 30 27 de janeiro de 2020 - jornal propmark

arena do esporte Danúbia Paraizo danubia@propmark.com.br Fotos: Divulgação renovação O Campeonato Brasileiro de League of Legends (CBLol) começou a temporada 2020 com a ampliação de patrocinadores, além de novo modelo de franquia. Os anúncios foram feitos pela Riot Games, detentora do Lol e da competição, na semana passada, em São Paulo. A Mastercard entra para o time de marcas do torneio, tendo como contrapartida ativações em vídeo, ações de OOH, exclusividade na pré-venda de ingressos, distribuição in-game de benefícios, experiências Priceless e meet&greet com atletas, entre outras atividades. O CBLol segue para a temporada 2020 com a renovação de acordo com Gillette, Dell Gaming e Red Bull. A organização do torneio também se prepara para expandir regionalmente com novo sistema de franquia. Depois de analisar o cenário brasileiro e diferentes experiências de formatos no mundo, a Riot Games vai implantar o formato no cenário competitivo local de League of Legends. As organizações interessadas podem se inscrever como parceiros para a temporada 2021. Divulgação/ Felipe Oliveira / EC Bahia Lampions 1 Dando início ao acordo firmado no fim do ano passado entre YouTube e Copa do Nordeste, a plataforma dedeos passou a transmitir parte dos jogos da temporada 2020. A partida entre Santa Cruz e Bahia foi a primeira a ser exibida na plataforma, no canal oficial do campeonato. O acordo prevê a veiculação ao vivo de 12 jogos de janeiro a maio, um por rodada. A Lampions League, como é conhecida entre os torcedores, tem ampliado sua audiência nacional. A edição 2019 acumulou mais de 18 milhões de views em toda a competição e 1,3 milhão de pessoas alcançadas com as finais. O canal criado para transmitir a Copa do Nordeste 2019 ganhou 250 mil inscritos durante a disputa. Lampions 2 Além do streaming das partidas da Lampions League, o canal oficial do campeonato vai oferecer uma programação com melhores momentos, conteúdos exclusivos sobre clubes, jogadores, confrontos, bastidores e entrevistas, entre outros. Os jogos no streaming têm se popularizado no YouTube. As transmissões da Copa Sul-Americana, em parceria com o canal DAZN Brasil, por exemplo, também tiveram uma das maiores audiências da plataforma no Brasil. Foram 438 mil pessoas assistindo ao mesmo tempo o jogo entre Corinthians x Racing. A transmissão acumula mais de dois milhões de visualizações totais. aniversário No ano em que a Netshoes completa duas décadas, a plataforma de ecommerce lança campanha que celebra o desempenho de seus consumidores nas mais diversas modalidades. No filme-manifesto, a empresa ressalta a conexão das pessoas com o esporte. Com referências ao número 20, a companhia revela números que demonstram o esforço e as conquistas pessoais de atletas amadores em corrida, basquete, tênis, musculação e futebol, entre outras. Com produção da Trator Filmes, a campanha será veiculada no Facebook, Instagram, YouTube, Twitter e Spotify até 5 de fevereiro. história Para marcar meio século de história no Brasil, a revista Placar lançou na semana passada uma edição para colecionador. O material traz entrevistas, reportagens, fotos e capas icônicas, além de uma participação de Pelé, que estampou a capa da edição inaugural, em março de 1970. Ex-diretores de redação, como Juca Kfouri e Sérgio Xavier Filho, também relembraram fatos históricos. O lançamento marca ainda um reposicionamento da revista, que segue impressa e no digital, mas agora com produção da equipe de esportes de Veja. O título mensal vai interlacar também especiais com matérias quentes, como o fenômeno dos técnicos estrangeiros no Brasil, capa da edição de fevereiro. Letras Para combater a homofobia no futebol, a Champions LiGay, campeonato voltado à comunidade LGBTQIA+, promove a campanha #FutebolSemPreconceito. O movimento contou com uma intervenção urbana criada pela AlmapBBDO. Na semana passada, a icônica estátua de Pelé, em Santos, amanheceu vestida com a camiseta 24, em referência à crença de o número estar associado ao universo gay. “Queremos que as pessoas se informem mais e clubes e atletas possam ter voz ativa na luta por direitos iguais. Um número de camisa não determina a sexualidade e muito menos habilidades técnicas. Se Pelé tivesse usado a camisa 24 em vez da 10, ainda assim seria o maior jogador de todos os tempos”, destaca Josué Machado, presidente da LiGay. jornal propmark - 27 de janeiro de 2020 31

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