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edição de 3 de dezembro de 2018

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agências WPP

agências WPP decide retirar do cenário a tradicional J. Walter Thompson Marca se funde com Wunderman, dando origem à Wunderman Thompson; essa é a segunda grande mudança promovida por Mark Read LEONARDO ARAUJO Em 1864, quando James Walter Thompson serviu na Marinha Americana durante a Guerra Civil, ele não sabia que dali a quatro anos fundaria uma empresa que se transformaria numa das maiores agências da história. A marca J. Walter Thompson – com o J abreviado por causa da quantidade de James Thompson à época – é, com certeza, uma das mais fortes do universo da publicidade. Entretanto, uma decisão do Grupo WPP decretou o seu fim. A holding comandada por Mark Read decidiu fundir duas redes globais: Wunderman e a própria JWT. Agora, elas formam a Wunderman Thompson. “Uma combinação formidável, reunindo capacidades que nossos clientes estão exigindo: criatividade premiada ao lado de profundo conhecimento em tecnologia, dados e comércio”, explica o CEO do WPP. O anúncio ocorre após outra fusão de gigantes da holding: VML e Y&R. Algumas conquistas da JWT ao longo de sua história são marcantes. No fim dos anos 1800, por exemplo, a agência foi pioneira no desenvolvimento do departamento criativo, contratando escritores e artistas para criar anúncios. Foi também nessa época, exatamente em 1887, que nasceu o clássico logo da Thompson: a coruja. A ideia era representar sabedoria. O tempo passou e a marca seguiu firme. Uma das características é a longeva parceria com clientes. Com a Shell, por exemplo, a colaboração vem desde 1928. Aquele ano, aliás, foi marcado pelo falecimento de James Walter Thompson. A morte do fundador não afetou os negócios. A agência seguiu conquistando marcas robustas, como a própria Ford, em 1944; e Rolex, em 1946. Nos anos 1960, o time se notabilizou Mark Read, CEO do Grupo WPP: “Agora podemos combinar o melhor da JWT e da Wunderman em única agência”; ao lado, ilustração do prédio da agência no edifício Times, na Park Row, em Nova York pelos trabalhos para a Kodak. Já na década seguinte, a agência iniciou uma comunicação mais inclusiva para seus clientes. Os anos 1980 e 1990, por sua vez, foram marcados pela revolução criativa, aquisição pelo Grupo WPP e a digitalização dos negócios, consolidada nos anos 2000. Obviamente, o fim da marca não representa o fim dos negócios. Na verdade, conforme a visão de Read, haverá um fortalecimento do business. A agência será liderada por Mel Edwards, CEO global da Wunderman. Tamara Ingram, atual CEO da Thompson, será chairman. No Brasil, os detalhes serão anunciados nos próximos meses. Mirum, Mutato e Possible seguem como operações independentes dessa fusão. Fotos: Divulgação 12 3 de dezembro de 2018 - jornal propmark

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