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edição de 8 de julho de 2019

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mercado Supermercados se reinventam diante de clientes mais digitais Especialistas explicam que hiperconveniência e omnicanalidade dão o tom do novo momento da relação entre consumidores e varejistas 14 8 de julho de 2019 - jornal propmark MARINA OLIVEIRA Apas (Associação Paulista de Supermercados) apontou, em janeiro, algu- A mas das tendências para o setor em 2019. Segundo a entidade, conveniência, tecnologia e integração online e offline são as tônicas de um novo tempo para o varejo de alimentos. Prova disso é o movimento feito pelo Extra, que em junho levou seus panfletos de ofertas para o aplicativo. “Tiramos o folheto sem impacto de venda, gerando mais engajamento com nosso app. A performance é a mesma da tiragem impressa, só que agora eu sei quem clicou e que a pessoa está buscando, de fato, aquela promoção”, aponta Antonio Salvador, diretor de transformação digital e e-commerce do Grupo Pão de Açúcar (GPA). O GPA fechou uma parceria com a Microsoft para acelerar seu processo de transformação digital. O acordo resultará em uma loja phygital. Sob a marca Minuto Pão de Açúcar haverá sensores capazes de interagir com as plataformas digitais e tecnologias embutidas. A rede promete diminuir o tempo de fila com soluções como os lockers, em que o cliente antecipa a compra via app e retira o produto na loja, reconhecimento facial, para evitar o cadastro manual, equipamentos de self checkout, onde o pagamento é feito sem passar pelo caixa, além de pré-scanning e Shop & Go. No mesmo sentido, o Grupo Muffato, quinta maior rede varejista do país segundo a Abras (Associação Brasileira de Supermercados), inaugurou recentemente sua loja omnichannel, em Curitiba. “Reunimos todo o nosso arsenal tecnológico em um único local com o objetivo de integrar os canais online e offline”, aponta Regina Pereira, gerente de marketing do grupo. Os paranaenses têm lojas com self checkout desde 2012 e disponibilizam soluções como aplicativo, panfletos digitais, vitrine virtual e o click & collect, que permite ao cliente comprar online e retirar na loja com data e hora previamente agendadas. Já o Carrefour vem fortalecendo sua presença online e abriu recentemente a unidade eBusiness Brasil, dedicada a promover a transformação digital em todos os seus negócios. A rede lançou, ainda, a Carina, assistente virtual que tem como missão solucionar dúvidas e oferecer sugestões aos clientes. Também digitalizaram as ofertas e as peças de comunicação passaram a contar com QR Code e a incentivar o uso do aplicativo. A rede conta com outras iniciativas, como Scan & Go, self checkout, Retire de Carro, Clique & Retire e a parceria com a Rappi, que no primeiro trimestre de 2019 representou cerca de 35% das vendas do seu e-commerce. Inicialmente, o serviço é atendido por meio do modelo tradicional de picking nas “Quando falamos de shopper no centro, não podemos falar de ‘ou’, precisamos falar de ‘e’” lojas Carrefour. Porém, ao longo de 2019, as duas empresas vão pilotar um novo modelo operacional a partir de dark stores (estoque separado da área de venda das lojas), onde o próprio Carrefour selecionará o produto e a Rappi cuidará da entrega. Em junho, a rede anunciou uma parceria store in store com o Magazine Luiza. Inicialmente, o acordo entre as duas empresas terá seis meses de duração. omnichannel De acordo com Soo Yoon, diretora de varejo da América Latina da Cheil Brasil, até o fim do ano, a proporção de compras no online deve atingir os 60% ante os 40% das lojas físicas. “Em vez de comprar direto do PDV, os consumidores o utilizam como vitrine e concretizam no digital”. Para Domênico Massareto, CCO da Publicis Brasil, que atende o Grupo Carrefour, há dois conceitos relevantes relacionados ao consumidor: a compra e o fazer compra. “Comprar significa que o produto chega até mim com a menor fricção possível, como no online. [...] Já a atividade de fazer compras está muito ligada à loja física e à experiência”, diz. Para o criativo, a personalização é parte importante desse processo. “Precisamos ativar as paixões. Talvez o PDV seja o lugar onde a comunicação de produtos tenha obrigatoriamente de ser o mais consumer centric possível”, complementa. De acordo com Antonio Salvador, do GPA, a tendência é que as lojas diminuam de tamanho, mas não acredita no fim do PDV. “Estamos com 300 pequenas lojas Minuto Pão de Açúcar e Minimercado. Este é um negócio que vai tomar muito espaço nas capitais

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