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edição de 8 de julho de 2019

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mercaDo Senado quer proibir cigarro no PDV e impor padrão de embalagens Comissão de Constituição e Justiça aprovou projeto que limita ainda mais a comunicação; proposta passará pela Câmara antes da aprovação Projeto divide opiniões: direito sobre livre comércio e defesa da saúde de crianças e jovens estão entre os debates vchal/iStock Danúbia Paraizo Comissão de Constituição e Justiça do A Senado está ampliando as restrições à propaganda de cigarro no país. O órgão aprovou na quarta-feira (3) a proibição de propaganda de tabaco, cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou qualquer outro produto fumígeno nos pontos de venda. O PLS 769/2015, de autoria do senador José Serra, também estabelece critérios para a padronização gráfica de embalagens dos produtos. A ideia é estabelecer formato a ser adotado por todas as marcas, com poucas variações. A proposta agora vai para votação na Câmara dos Deputados. Segundo o documento, fica proibida a exposição e a visibilidade dos produtos nos locais de venda, bem como a utilização de máquinas automáticas para a sua comercialização. Patrocínios de eventos ou a promoção dos cigarros em meios de comunicação também ficam proibidos. Atualmente, contanto que não incentive o consumo, a propaganda é permitida em grandes eventos, como Copa do Mundo. Com a proposta, essa brecha deixa de existir. Já as embalagens deverão ter formato padrão e conter mensagens de advertência, acompanhadas de imagens ou figuras que ilustrem o texto. PolêmicaS O projeto detalha o tamanho e quais tipos de mensagens poderão ser feitas. “Criar falsa impressão de que uma marca seja menos prejudicial à saúde do que outra”, por exemplo, é proibido. Assim como “atribuir aos produtos propriedades calmantes ou estimulantes”. Já o tamanho da exposição da marca também foi modificado, passando a 35% da face frontal e 35% da face superior. As mudanças já estão causando discussões entre o Poder Legislativo. A senadora Leila Barros, relatora do projeto, revelou na semana passada ter questões ligadas ao possível impacto no desemprego e abertura de concorrência para produtos ilegais. Um projeto tão restrito também poderia ferir alguns pontos da Constituição, como os princípios da livre iniciativa e liberdade de expressão. A mesma Constituição foi utilizada para defender as proibições, uma vez que as mudanças tratam da segurança e da saúde das pessoas, inclusive, consumidores e menores, como crianças, adolescentes e jovens. 18 8 de julho de 2019 - jornal propmark

Qual a melhor maneira De carona no foguete do Italakinho, rumo ao Planeta Diversão. Uma campanha que juntou a imaginação da garotada com o sabor vitaminado da linha infantil de Italac, que acabou tirando do papel o astronauta mais querido das galáxias. Taí uma ideia que funcionou, ganhando vida para a criançada se divertir com Italakinho. F&Q Brasil. Ideias que funcionam.

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